
Não quero acreditar;
Que a energia se esfriou num piche da calçada.
Ilhada no meu nada...
Que se formou e ao se exceder...
Cancelou os sonhos das minhas madrugadas...
Que não tem mais fim...Ousa a me desafiar nesta distância...
Que se formou entre nós, enfim...
Logo agora que eu havia dito tudo que queria fazer.
Que se estragou pelos exageros de mim.
Ainda bate o coração lateja a alma até o fim.
Que começa de novo amahã...num desamanhecer.
Uma retórica tupiniquim...
Lavo a alma quando seu olharde amor eu vejo.
Que não tem mais fim.
Ontem derramei meu desejo.
Que não se compara ao cetim.
Gostaria de achar comparação.
Que se achegasse assim...
Ivicto antes era deste sentimento meu coração.
Que te assusta enfim...
Uma vez batizastes de obcessão...
Que mora dentro de mim.
Dói amar profundamente.
Que até não se acha mais amor assim.
Irradiar energia freemente.
Que nasceu da tua boca na minha, quando um dia eu vim.
Começo era apenas um latejar no meu corpo simplesmente.
Que depois se tornou a paixão explodiu em mim.
E de tanto amor que houve entre a gente.
Que se tornou medo de mim.
Paixão que não tem mais sentido.
Que rouba nosso sentidos.
Reflete no olhar, janela da alma.
Que não teve fim.
Importo-me com platonismo, é loucura.
Que não cabe dentro de mim.
Mulher fogosa cheia de vida e alma pura.
Que espera apagar contigo um dia , enfim.
Ou morrer com esta amargura....
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